
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Harry Potter e o enigma do Pricipe

segunda-feira, 13 de julho de 2009
INTIMIDADE
Fiquem na Paz.....
domingo, 3 de maio de 2009
Como Estamos Adorando a Deus....
Se a adoração é para Deus, porque tantas músicas dizem respeito a nós?Se um marciano visitasse a terra e observasse alguns terráqueos num culto contemporâneo ou não-tradicional, o que ele informaria ao seu planeta de origem? (Um exercício similar pode ser imaginado para igrejas mais tradicionais, se bem que os resultados seriam diferentes). Uma parcela demasiadamente grande das nossas músicas de adoração tem o foco mais sobre nós mesmos do que sobre Deus. É bem verdade que usamos as palavras “adoração, gratidão, louvor a Deus”, mas, na maioria das vezes, referimo-nos a quê? A seus gloriosos atributos e maravilhosos mistérios? A seu agir na história e seus julgamentos cósmicos? Ao fato de que resgata a viúva e o órfão, e torna livre o cativo? À maneira como humilha os arrogantes e dispersa o rico deixando-o com fome? Ah, não. Ao invés disso, adoramos a Deus por nos manter próximos a ele, por nos proteger, por fazer com que nos sintamos amados, abençoados, acolhidos e aquecidos sob o cobertor elétrico de sua segurança eternal. Nós o parabenizamos por suprir nossas necessidades de modo satisfatório. Muitas vezes quando dizemos a Deus “Você é um Deus tão bom!”, parece mesmo que estamos dirigindo palavras carinhosas a um animalzinho de estimação. Não me causa nenhuma alegria dizer estas coisas, mas acredito que elas precisam ser ditas. Pois, em geral, quando não estamos louvando a Deus pelo quanto somos bem cuidados por ele, estamos entoando canções que nos parabenizam pela maneira tão positiva como respondemos à sua graça. Você já se deu conta do quanto nós cantamos sobre o quão apaixonadamente nós cantamos?
Também falamos muito a respeito do que nós vamos fazer - geralmente no singular: “eu adorarei, eu darei louvor, eu me prostrarei etc e etc”. Uma bela e bem-intencionada canção chega a afirmar que Deus pensa “em mim acima de tudo”. Como diria meu amigo professor de música: “Perdoe-me, mas a única pessoa que pensa em mim acima de tudo... sou eu mesmo”. Quando o problema não está no que cantamos, está no que pregamos. Sejam os sermões contemporâneos do tipo “satisfaça-as-minhas-necessidades” ou os sermões estilo “fogo e enxofre” típicos da escola mais antiga, o foco parece não abandonar o ideal de que nossas boas almas serão finalmente levadas ao céu, enquanto neste entretempo, nossas circunstâncias aqui na terra seguirão melhorando pouco a pouco. Sim, talvez eu esteja exagerando. Mas me pergunto, será que estou mesmo? Um visitante marciano poderia julgar então, que por amor aos pobres, aos esquecidos, aos alienados, à viúva, ao órfão e ao oprimido, Deus não é um grande sucesso por aqui. Nem por amor a ele mesmo Deus seria popular entre nós, a não ser por aquilo que ele faz em nosso favor - o que com grande freqüência revela quem é a verdadeira estrela do espetáculo. Falando em espetáculo, o filme protagonizado por Jim Carrey, O Show de Truman , me vem à mente junto com uma inquietante indagação: se nos mantivéssemos sensatos, como Truman ao final do filme, e nos encontrássemos diante da oportunidade de sair de nossa redoma deixando para trás o seguro e previsível mundo onde somos as estrelas e onde tudo gira ao nosso redor... será que teríamos a coragem de dar este passo?
Devemos nos recusar a limitar o foco de nossas pregações às “necessidades” dos salvos e eleitos, mas ao invés disso, buscam manter vivo nos ouvidos de sua audiência, o clamor dos menos favorecidos, dos marginalizados e também dos perdidos. Façamos Novos cânticos e novos sermões sobre a glória de um Deus que ama não apenas a “mim, mim, mim”, mas a todo o mundo - gente vermelha, amarela, negra e branca, como diz a antiga canção. Este exercício tem deslocado o foco de um evangelho centrado sobre o “eu” para um evangelho capaz de abençoar o mundo inteiro. Sem dúvida, muito do que se tem discutido sobre a “igreja emergente” encaixa-se na categoria de uma nova configuração demográfica carente de um novo arranjo onde tudo esteja ajustado a seus caprichos e gostos não-convencionais. Afinal, tudo gira ainda em torno de mim, tudo ainda diz respeito a mim. A diferença, no entanto, é que este “mim” provém de outro setor do mercado.
É como se estivéssemos solicitando que o cenário do filme O Show de Truman fosse redesenhado para um novo e mais exigente Truman, um “hiper-Truman”. Mas se existe ao menos uma faísca de alguma coisa a mais na conversa emergente, apenas uma centelha de esperança de que o Deus real possa ser encontrado fora da redoma de uma religião consumista e narcisista, e de que este Deus, na verdade, seja tão maravilhoso que nós desejemos por algum tempo cantar e pregar sobre ele, mais do que sobre nós mesmos, então devemos alimentar esta pequena chama. Isto daria aos marcianos uma boa notícia para levar de volta a seu planeta de origem. E seria também uma boa notícia por aqui. Amo vcs...Cecília
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Fui Picada novamente

Galera esse lance de paixão é completamente inesplicavél, por favor não pensei que sou voluvél após lerem essa postagem. É que após ter vivido uma espécie de terremoto amoroso com o Senhor C, fiquei tão arrasada e decepcionada que pensei que esse coração não ia mas bater por ninguém, bem bater ele não bate capota na verdade rsrs...Mas como posso estar vivenciando tudo isso novamente? Parece cenas de uma Temperatura Máxima(pura repetição).
Mas é esse o efeito que o Senhor G tem causado em mim a habitual falta de ar, pernas bambas, garganta seca, coração acelerado parecendo que estar para sair pela boca e meus ouvidos insistem em ouvir sinos tocando.
Cara! Que isso?! Pareço uma adolescente. Mas é inevitavél cedo ou tarde somos mordidos e não adianta dizermos "nunca mas passarei por isso" ou "nunca mas vou me apaixonar novamente" , ah quem somo nós? Simples mortais entregues a um destino de sermos eternos apaixonados.
Xmam e bjs Cecília
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
O Dia em que a Terra Parou

Mas enquanto Keanu Reeves (poliglota-man) e sua trupe se locomoviam de um lado para o outro, para deter o robô devorador eu m e perdia em meus pensamentos. Tipo, caracas o dia que a terra vai parar é o dia que o meu Jesus voltar(rimou rsrs). Mas é verdade. A bíblia dia que Ele virá como ladrão na hora ninguém vai perceber, mas depois quando todos receberem as noticias que aviões estão sem seus pilotos, alguém em algum lugar a mãe procurar, pelos filhos, os filhos pelos pais, igrejas antes lotadas agora com poucas pessoas, aí em determinado momento alguém dirá provavelmente pela TV e Internet: à algo que liga essas pessoas que desapareceram, eram todos Cristãos Evangélicos (Oh Glória!).
Porque será assim o meu Jesus disse que viria buscar a sua igreja, mas uma igreja limpa, sem macula e nem ruga. Eu aguardo ansiosa por esse dia beijos a todos e os aguardo lá na nova Jerusalém......
sábado, 3 de janeiro de 2009
2009
Pois é, mas 2009 será diferente, existe algo ao meu favor, uma voz que diz: vai em frente, to contigo e não abro. Quantas vezes não precisei disso, um colo, alguém para enxugar minhas lágrimas, para dizer eu me importo com você mas que isso te amo, você é minha, vem minha princesa. Como eu amo esse Deus!
Com Ele no barco pode vim a maior das tormenta que o barco não vai afundar, pode até balançar, querer inclinar, mas afundar jamais. E esse ano quero estar com Ele, servi-lo integralmente e adora-lo com intensidade de alma, coração e espírito.
E se você quiser vim comigo é mas que bem vindo...
Cecília
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Domingo

